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RUAS ESBURACADAS CAUSAM SÉRIOS PREJUÍZOS PARA OS MOTORISTAS

Muitas vezes inevitáveis, essas vias podem prejudicar a suspensão e danificar os pneus do veículo. Confira dicas para minimizar esse risco.

 Dias chuvosos atacam a paciência e o bolso do motorista. Algumas oficinas, durante esse período, aumentam o fluxo de serviços e atendimentos em quase 15%, por conta dos clientes que buscam consertos emergenciais dos pneus ou suspensão de seus veículos. O grande vilão, nesta história, são os buracos, que, quando encobertos por água das chuvas, enganam a todos.

 “Numa cidade como São Paulo, a maior do país, se estima que mais de dois mil buracos surgem todos os dias, principalmente na temporada de chuvas”, explica Eliel Bartels, gerente de Engenharia e Inovação do Centro de Tecnologia, Treinamento e Inovação da DPaschoal, rede varejista de serviços automotivos. “São milhares de armadilhas que, diariamente, os motoristas precisam escapar para evitar prejuízos severos.”

 Quem mora em grandes centros urbanos, sabe bem que muitas vezes é inevitável transitar sobre ruas e avenidas esburacadas. Pensando nisso, Bartes dá algumas dicas para o motorista:

•Mantenha seus pneus calibrados. Verifique a pressão dos pneus, de acordo com o manual do veículo, com mais frequência, pois esses componentes também servem como um “sistema de amortecimento” e se estiverem murchos ou com pressão excessiva, irão prejudicar o sistema de suspensão;

•Ao perceber buracos à frente, diminua a velocidade, evitando pisar bruscamente no pedal de freio. Frear com muita intensidade, quando a suspensão estava comprimida, pode prejudicar a movimentação do conjunto, causando até mais danos que o próprio buraco;

•Passe pelo buraco com o veículo de frente, ou seja, em linha reta e “solto”, pois isso vai proporcionar que todo o curso da suspensão trabalhe, de forma a absorver melhor o impacto. Passar propositalmente de lado pelos buracos, sobrecarrega só um braço da suspensão, podendo gerar uma torção inadequada na carroceria e possíveis danos;

•Colocar pneus de perfis muito baixo, diferentes da especificação da montadora, pode diminuir o conforto do motorista e passageiros, especialmente quando transitando numa via esburacada. Pneus que não atendam às necessidades do veículo também aumentam a possibilidade de danos à suspensão.

•Após passar pelo buraco, se sentir trepidar o volante, notar barulhos diferentes ou o veículo puxando para um lado, procure um especialista mecânico, numa oficina de confiança, para descobrir o que está errado.

(Foto: Divulgação / Publicado em 19/10/17)

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 COMO CONTAR ÀS CRIANÇAS O FALECIMENTO DE ALGUÉM PRÓXIMO?

Psicóloga do Hospital e Maternidade São Cristóvão, da Mooca, dá dicas para ajudar os pais a lidarem com a situação

 O falecimento de alguém próximo é algo difícil de lidar seja em qualquer idade. Quando se trata de dar a notícia a uma criança o luto se torna um assunto ainda mais delicado. Muitos pais têm dúvidas de qual o momento certo para contar e qual a melhor maneira de se fazer isso. Para ajudá-los, a psicóloga Aline Melo , do Hospital e Maternidade São Cristóvão, explica qual a forma mais adequada de dar essa notícia às crianças.

De acordo com ela, começamos a ter um conhecimento maior do ciclo da vida com aproximadamente 4 ou 5 anos, porém não existe uma idade específica para falar sobre morte com uma criança. “Elas conseguem sentir que as pessoas ao seu redor estão mais tristes e que algo está ocorrendo. Por isso, o ideal é ser transparente e responder aos questionamentos sem utilizar metáforas, evitando dizer que a pessoa foi viajar ou virou estrela. Isso confunde a criança e traz a expectativa de que a pessoa vai retornar”, comenta.

A psicóloga aconselha que não se crie um tabu sobre a morte, esclarecendo as principais angústias conforme a maturidade emocional de cada um. “Uma sugestão para trabalhar com a criança o desenvolvimento da vida, seu começo, meio e fim, é utilizar de exemplos próximos, como cultivar uma plantinha e acompanhar a evolução, demonstrando todas as fases até a morte”.

 Os pais costumam evitar esse assunto com os filhos no intuito de preservá-los. Contudo, é importante para o amadurecimento deles trabalhar as frustrações e o curso natural da vida, aprendendo a lidar com os sentimentos e externar as aflições. Segundo a psicóloga, o mesmo pode ser aplicado à perda de animais de estimação e outras situações cotidianas. “Estamos constantemente vivenciando lutos e esses não são somente associados à morte. Por exemplo, uma professora à qual a criança é muito apegada ser demitida ou precisar sair da escola vai trazer um sentimento de perda similar ao do luto. Por isso é tão importante trabalhar o assunto com as crianças”, conclui Aline Melo.

(Foto: Reprodução - Publicaco em 13/03/17)

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MODA ENTRE JOVENS, NARGUILÉ PODE COMPROMETER SAÚDE BUCAL

“Seu uso prolongado predispõe o paciente ao câncer de boca e à perda dos dentes”, explica especialista

Narguilé, ou cachimbo d’água, é tradicionalmente usado em países do Oriente Médio, Norte da África e Sul da Ásia. Em anos recentes, se popularizou bastante na Europa e nas Américas, principalmente entre os jovens – que, em sua maioria, acreditam que o narguilé é menos prejudicial do que o cigarro. Mas uma coisa é certa: não há uso seguro quando o assunto é tabaco.

A Organização Mundial da Saúde já se posicionou, considerando o uso do narguilé um problema de saúde pública –principalmente pela alta exposição ao monóxido de carbono (CO), que atinge também os fumantes de segunda mão em sessões duradouras. Estudos conduzidos na Arábia Saudita já revelaram grande impacto no sistema cardiorrespiratório dos usuários, mas também um aumento das doenças periodontais —que se caracterizam por um conjunto de condições inflamatórias que afetam a gengiva e podem levar, com o tempo, à perda dos tecidos de suporte dos dentes.

Gengiva saudável

De acordo com Fábio Coracin, vice-diretor do Departamento de Patologia Oral e Maxilofacial da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), uma gengiva saudável costuma apresentar-se firme, cor de rosa, não sangra facilmente e cobre toda a raiz dos dentes —que estão bem presos no osso de suporte pelas fibras de ligamento.

“Como qualquer outro produto derivado do tabaco, o narguilé contém nicotina e as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional. Sendo assim, os usuários têm risco aumentado para lesões na boca e na gengiva”, explica Coracin. “Seu uso prolongado também predispõe o paciente ao câncer de boca e à perda dos dentes —limitando muito a qualidade de vida dos pacientes durante o tratamento. Por isso, o uso do narguilé deve ser totalmente desestimulado entre jovens e adultos”.

Cresce o númro de usuários

 No Brasil, pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2008 já apontava mais de 300 mil usuários de narguilé —número que aumentou consideravelmente nos últimos anos. De acordo com o cirurgião-dentista,  surgem pelo menos dez mil novos casos de câncer de boca no Brasil todos os anos.

“Além do fumo —seja ele um cigarro, um cachimbo ou um narguilé—, outros fatores de risco são importantes para predispor ao câncer oral: histórico familiar, idade superior a 50 anos e consumo excessivo de álcool. Por isso, quem se enquadra nesse perfil deve dobrar os cuidados com a saúde bucal, estando atento ao aparecimento de feridas que não cicatrizam dentro de uma semana, manchas brancas, vermelhas ou pretas, além de dificuldade de deglutição e sangramento. Quando o diagnóstico é feito precocemente, a cura pode ser total. Infelizmente, as pessoas normalmente recorrem a um cirurgião-dentista quando a lesão está em estágio avançado – o que compromete o diagnóstico e o tratamento”. (Heloísa Paiva)

 (Foto: Reprodução / Publicado em 15/05/17)

Fontes:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28051227

http://tobaccocontrol.bmj.com/content/tobaccocontrol/24/Suppl_1/i31.full.pdf

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/39109e004eb6941e8b749bf11fae00ee/11_epidemiologia.pdf?MOD=AJPERES

http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/161991/5/9789241508469-por.pdf

Dr. Fpabio Kuiz Coracin, cirurgião-dentista, é vice-diretor do Departamento de Patologia Oral e Maxilofacial da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas) – www.apcd.org.br

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ESTUPRO NO BRASIL: A REALIDADE É AINDA MAIS GRAVE

País tem em média 45 mil estupros por ano. Mas esse número pode chegar a 527 mil casos se for considerada a subnotificação. (Marina Menezes e Guilherme Prad, do Nexo)

 

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